terça-feira, 6 de junho de 2017

CORRUPTION DEVIATS 300 BILLION OF REAIS PER YEAR IN BRAZIL.

 
                                    CORRUPTION COST IN BRAZIL
 Newspapers are reporting on the recent UNDP-sponsored Encounter with experts on corruption in the first week of November in Brasilia. Someone said, I presume after this meeting, that corruption takes 200 billion reais a year in Brazil, in constant currency of 2012. I disagree with this value, therefore, I believe it was underestimated. The Brazilian curtailment is much greater.My accounts are as follows:
Public Budgets in 2012:R $ 2.257 billionState of São Paulo = R $ 157 billionState of Rio Janeiro = R $ 64 billionState of Minas Gerais = R $ 51 billionRio Grande do Sul = R $ 40.2 billionOther States and Capitals ** = R $ 312 billionTOTAL: 2,881,000,000,000.00 (almost 3 trillion reais)-------------------------------------------------- -----------Reason with me: Disregarding half of this, which is the amount of salary and charges, we have resulted in something around 1.5 trillion. The infamous 10% of this, on average, would give 150 billion reais. The tax evasion, kicking too low, another 150 billion. Total: 300 billion reais per year. Twice the budgets of Health and Education.The curtain of Brazilian corruption allegedly quantified by the UN in 200 billion reais was underestimated. He is much bigger. My estimate is 300 billion a year, at least.

 
My hope: It is true that the STJ is judging the "mensalão" and that it will send some corrupt ones to the jail. I heard Minister Jobim saying that this judgment will not affect the political conduct of power in any way. I agree; Unless there is a sequence at the beginning of the cleaning.A lot was left out. If this "mensalão" is a thing of 2003, and that manipulated more than 300 million reais, the drain operated by Marcos Valério was only 75 million. Could it be that he was alone in this?The scheme operated from 2008 whose box was much larger, leaving behind miserable advertising companies to attack the filet mignon of the bufunfa who are the builders. When does this "big mess" go to the Supreme? It seems like never, unless there appears another Robert Jefferson in the midst of it.And, here comes the third version of the mensalão. Monthly payment 3.0. Starting with the public money being thrown away at the constructions of a dozen stadiums, which will be used for only 30 days, and the super-desired bullet train, which may be the major source of funding for the 2014 presidential campaign. Of this work? Only about 70 billion reais!Meanwhile, the account of the drain of these mensalões continues in the red:1 - Where is the transposition of the São Francisco River?2 - Why do the favelas of large cities continue without the presence of the government, except the police?3 - Why do teachers at any grade level continue to earn a living allowance rather than a living wage?4 - Why is family farming a failed project in Brazil?5 - Why does the poor have to pay a college to study at night?6. Why does Brazil have only one institute of technology?7 - Why does the health of the Brazilian do not have government money to operate it with the least efficiency?8 - Why are not there more doctors to hire to work in hospitals? Why is a good medical course so expensive.

 
9 - Why is our gasoline so expensive if we "have" so much oil?10. Why are 10- to 11-year-old children prostituted in the Northern Region of the Country?And a couple of dozen more, which was not aligned.With 300 billion (of the drain) left over a year, in 10 years this country would solve both the problem of education and that of health.What if it keeps going the way it is?Well, society will continue to pay the bill in another way. Without studies, without health, without work, without decent salary and housing, the younger generations that this means are producing organize themselves to take this through criminal acts. This is already happening with the drug trafficking industry.It is not enough to charity acts of NGOs to solve the problem of poverty and poverty in Brazil. They are isolated acts and few that are filmed and reproduced as windows of the good before the society as if they solved the problem. In fact they are only a drop of water, although valid. But the responsibility for the bucket, for the river, for the ocean of needs that this country has is of its governments - populists and makeup artists of the real dimension of the problem.

 
Damn corruption.

 
* Source: João Cruzué is a public servant of the Court of Auditors

 
         CORRUPÇÃO DESVIA 300 BILHÕES POR ANO NO BRASIL

Os jornais estão noticiando o recente Encontro patrocinado pelo PNUD com especialistas em combate  em corrupção, realizado na primeira semana de novembro em Brasília.  Alguém disse, presumo depois deste encontro, que a corrupção leva 200 bilhões reais  por ano no Brasil, em moeda constante de 2012. Eu discordo deste valor, pois, creio que foi subestimado. O ralo corrução brasileira é muito maior.

Minhas contas são as seguintes: 
-----------------------------------------------------------
Orçamentos Públicos em 2012:
União = R$ 2,257 bilhões
Estado de São Paulo = R$ 157 bilhões
Estado do Rio Janeiro = R$  64 bilhões
Estado de Minas = R$ 51 bilhões
Rio Grande do Sul = R$ 40,2 bilhões
Outros Estados e Capitais** = R$ 312 bilhões
TOTAL: 2.881.000.000.000,00 (quase 3 trilhões de reais)
-------------------------------------------------------------
Raciocine comigoDesconsiderando a metade disso, que é verba de salário e encargos, temos como resultado algo em torno de 1,5 trilhão. Os famigerados 10% dissona média,  dariam 150 bilhões de reais. A sonegação de impostos, chutando muito por baixo, outros 150 bilhões. Total: 300 bilhões de reais po ano. Duas vezes os orçamentos da Saúde e Educação.
ralo da corrupção  brasileira supostamente quantificado pela ONU em 200 bilhões de reais foi subestimado. Ele é muito maior. Minha estimativa chega nos 300 bilhões anuais, no mínino.
 Minha esperança: É verdade que o STJ está julgando o "mensalão" e que vai mandar alguns corruptos para a cadeia. Ouvi o Ministro Jobim dizendo que este julgamento não vai afetar em nada a conduta política do poder. Eu concordo; a menos que haja uma sequência neste começo de faxina.
Muita coisa ficou de fora. Se este "mensalão" é coisa de 2003, e que manipulou mais de 300 milhões de reais, o ralo operado por Marcos Valério foi só de 75 milhões. Será que ficou só nisso?
O esquema operado a partir de 2008 cujo caixa era muito maior, deixando para trás míseras empresas de publicidade para atacar o filé mignon da bufunfa que são as construtoras. Quando é que este "big mensalão" vai ao Supremo? Parece que nunca, a não ser que apareça no meio disso outro Roberto Jefferson.
E, vem aí o terceira versão do mensalão. Mensalão 3.0. Começando pelo dinheiro público que está sendo jogado fora nas construções de uma dúzia de estádios, que serão usados durante apenas 30 dias, e o super desejado trem bala, que pode ser a grande "fonte" de financiamento da campanha presidencial de 2014.  O custo desta obra? apenas uns 70 bilhões de reais!
Enquanto isso, a conta do ralo desses mensalões continua   no vermelho:
1 - Cadê a transposição do Rio São Francisco?
 
2 - Por que as favelas das grandes cidades continuam sem a presença do governo, a não ser da polícia?
 
3 - Por que os professores de qualquer nível escolar continuam ganhando uma ajuda de custo, em lugar de um salário digno?

4 - Por que a agricultura familiar é um projeto falido no Brasil?

5 - Por que o pobre tem que pagar uma faculdade para estudar à noite?  

6. Por que o Brasil tem apenas um instituto de tecnologia? 

7 - Por que a saúde do brasileiro não tem dinheiro do governo para operá-la coo mínimo de eficiência?
 
8 - Por que não há mais médicos para contratar para trabalhar nos hospitais? Por que é tão caro um bom curso de Medicina?
 
 9 - Por que nossa gasolina é tão cara se "temos" tanto petróleo?

10. Por que crianças de 1011 anos são prostituídas na Região Norte do País?
 

E mais umas duas dúzias de por quês, que não foi alinhar.

Com 300 bilhões (do ralo) sobrando por ano, em 10 anos este país resolveria tanto o problema da educação quanto o da saúde.
E se continuar do jeito que está?
Bem, a sociedade vai continuar pagando a conta de uma outra forma. Sem estudos, sem saúde, sem emprego, sem um salário e moradia decentes, as gerações mais novas que este meio está produzindo se organizam para tomar isto via atos criminosos. É o que já está acontecendo com a indústria do tráfico de drogas.

Não bastam atos de caridade de ONGs para resolver o problema da miséria e da pobreza brasileira. São atos isolados e poucos que são filmados e reproduzidos como vitrines do bem perante a sociedade como se resolvessem o problema. Na verdadsão apenas uma gota d'água, ainda que válida. Mas, a responsabilidade pelo balde, pelo rio, pelo oceano de necessidades que este país tem é de seus governos - populistas e maquiadores da real dimensão do problema.
 Maldita corrupção.
 * Fonte: João Cruzué é servidor público de  Tribunal de Contas
 

SOCIETY (EMPLETEIRAS AND EMPLOYEES)


  The Federal Police (PF) started this morning (4) the 40th phase of Lava Jato, called Operation Choking. The lawsuit targets companies and their respective partners suspected of involvement in a scheme of illegal transfers of contractors to Petrobras employees in obtaining contracts.
According to the PF, 16 search and seizure orders are being carried out, two for pre-trial detention, two for temporary detention and five for coercive driving in the states of Rio de Janeiro, São Paulo and Minas Gerais.
The name of the phase (Asphyxiation) is a reference to the attempt to stop the frauds and the diversion of public resources in areas of the state for the production, distribution and commercialization of combustible gas.
The defendants will respond to the practice of crimes of corruption, fraud in bids, evasion of foreign exchange and money laundering, among others.
According to the PF, the prisoners must be taken to the Superintendency of the Federal Police in Curitiba. When authorized by the competent court. A press conference is scheduled at 10:00 am in the auditorium of the Federal Police, in the capital of Paraná.
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The warrants are being served in the following cities: Belo Horizonte, two warrants for search and seizure and two for coercive driving; São Paulo, four warrants for search and seizure and one for coercive driving; Rio de Janeiro, seven for search and seizure, two for pre-trial detention, two for temporary detention and one for coercive driving; Niterói, a warrant for search and seizure and one for coercive driving; And in Duque de Caxias, in the Baixada Fluminense, a warrant for search and seizure.



  OPERAÇÃO ASFIXIA( EMPRETEIRAS E FUNCIONÁRIOS)

A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (4) a 40ª fase da Lava Jato, chamada de Operação Asfixia. A ação tem como alvo empresas e seus respectivos sócios suspeitos de envolvimento em um esquema de repasses ilegais de empreiteiras para funcionários da Petrobras na obtenção de contratos.
De acordo com a PF, estão sendo cumpridos 16 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva, dois de prisão temporária e cinco de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro, de São Paulo e Minas Gerais.
O nome da fase (Asfixia) é uma referência à tentativa de cessar as fraudes e o desvio de recursos públicos em áreas da estatal destinadas à produção, distribuição e comercialização de gás combustível.
Os investigados responderão pela prática dos crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas e lavagem de dinheiro, entre outros.
Segundo a PF, os presos deverão levados para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. quando autorizados pelo juízo competente.  Está prevista uma entrevista à imprensa, às 10h, no auditório da Polícia Federal, na capital paranaense.
Mandados judiciais
Os mandados estão sendo cumpridos nas seguintes cidades: Belo Horizonte, dois mandados de busca e apreensão e dois de condução coercitiva; São Paulo, quatro mandados de busca e apreensão e um de condução coercitiva; Rio de Janeiro, sete de busca e apreensão, dois de prisão preventiva, dois de prisão temporária e um de condução coercitiva; Niterói, um mandado de busca e apreensão e um  de condução coercitiva; e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, um mandado de busca e apreensão.

LULA X MORO HEARING.

 Cristiano Zanin Martins, a lawyer for former President Luiz Inacio Lula da Silva (PT), and federal judge Sérgio Moro - who is responsible for Lava Jato proceedings at the lower court - discussed during the hearing held on Monday morning (5).The mouthpiece began when the lawyer wanted to ask a question to the former deputy of the Progressive Party (PP) Pedro Corrêa, heard this morning as witness of prosecution by videoconference with Recife (PE)."Are you going to deny that the witness responds to this question?" Asked Cristiano Zanin Martins. The lawyer wanted to know if Pedro Corrêa confirmed a statement made in another testimony.Earlier, the former deputy had reported that when he was called by the Federal Public Prosecutor's Office (MPF) in September 2016, he was informed that there was missing information to support the complaint against Lula. That is why Corrêa tried to collaborate and witness. He has concluded an award agreement with the MPF, but the collaboration has not yet been ratified.Sérgio Moro said that Pedro Corrêa had already answered and ratified this question. Lula's lawyer insisted and stated that the question was relevant and pertinent, and the federal judge stated that the defense was confusing the witness. "Your Excellency seems to be responding in the witness's place," said Cristiano Zanin Martins.At the moment that Lula's lawyer cited Pedro Corrêa's conviction, Sérgio Moro questioned whether Martins wanted to humiliate the witness. "It's inappropriate," the federal judge said. For Sérgio Moro, the condemnation of the witness is "notorious facts".The former deputy has already been sentenced by Lava Jato to more than 20 years in prison for crimes such as corruption and money laundering. He is currently serving house arrest for medical reasons.The federal judge then asked if the lawyer had any further questions - "about facts" - to ask. Martins replied, "I asked the questions, if the questions unfortunately bother me, I'm sorry, but I've already asked the questions and I have no further questions." The hearing was adjourned shortly thereafter.I was not a stranger to former president Lula 'The former deputy told Sérgio Moro that he was surprised that former President Lula had said at a hearing that he had testified in Curitiba that he had not met with him. Corrêa showed an album and said he had photos of one of the meetings where several politicians were present, including him and former president Lula."I would even like to attach these photographs later to show the process that I was not a stranger to former President Lula, as he said, that he had no relation to me. I lived in the Government Palace and the Planalto Palace , Because I was president of the party and therefore attended at least twice a month of meetings of the political council, "said the former deputy.Pedro Corrêa also confirmed to the MPF promoter Isabel Cristina Vieira some statements he made during a testimony in September 2016. One of the issues recalled and confirmed by the former deputy was that there were bribe payments in the contracts of the Presidente Getúlio Vargas Refinery (Repar) And the Abreu e Lima Refinery (RNEST) for the Progressive Party."Yes. These contracts had resources that came to the party in both RNEST and Repar," the former MP replied.Related searchesIn this criminal action, the MPF accuses former President Lula of receiving as a kickback a land where the new headquarters of the Lula Institute and a property next to the apartment of the PT will be built in São Bernardo do Campo (SP).According to the Lava Jato task force, these properties were purchased by Odebrecht in exchange for contracts acquired by the company at Petrobras.Lula responds in this process through passive corruption and money laundering. Another seven people are also rests. Former First Lady Marisa Letícia was accused. However, Moro decreed that it was impossible to punish her. Marisa Leticia died in February of this year.The former president denies the allegations, and the Odebrecht Group has stated that it has collaborated with the investigations. Lula Institute stated that "it never had another seat except the sobrado where it works until today, acquired in 1990 by the Institute of Research and Studies of the Worker (Ipet)".MPF complaintAccording to the MPF, Construtora Norberto Odebrecht paid Lula's gratuity by acquiring the property where the new headquarters of the Lula Institute would be built in São Paulo. The amount, up to November 2012, was R $ 12,422,000, prosecutors say.According to the Lava Jato task force, the value is in Marcelo Odebrecht's notes, spreadsheets seized during the investigations and data obtained from a breach of confidentiality.The denunciation of the MPF also states that the former president received, as an undue advantage, the coverage next to the residence where he lives in São Bernardo do Campo, in the interior of São Paulo. According



                                 AUDIÊNCIA LULA X MORO.
Cristiano Zanin Martins, um dos advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e o juiz federal Sérgio Moro – que é o responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância – discutiram durante a audiência realizada na manhã desta segunda-feira (5).

O bate-boca começou quando o advogado quis fazer uma pergunta ao ex-deputado do Partido Progressista (PP) Pedro Corrêa, ouvido nesta manhã como testemunha de acusação por videoconferência com Recife (PE).

"O senhor vai negar que a testemunha responda a essa questão?", perguntou Cristiano Zanin Martins. O advogado queria saber se Pedro Corrêa confirmava uma afirmação feita em outro depoimento.

Anteriormente, o ex-deputado havia relatado que, quando foi chamado pelo Ministério Público Federal (MPF), em setembro de 2016, lhe foi informado de que faltavam informações para embasar a denúncia contra Lula. Por isso, Corrêa tentou colaborar e testemunhar. Ele fechou acordo de delação premiada com o MPF, mas a colaboração ainda não foi homologada.

Sérgio Moro interveio dizendo que Pedro Corrêa já tinha respondido e ratificado essa questão. O advogado de Lula insistiu e afirmou que a pergunta era relevante e pertinente, e o juiz federal declarou que a defesa estava confundindo a testemunha. "Vossa Excelência que parece que está respondendo no lugar da testemunha", disse Cristiano Zanin Martins.

No momento em que o advogado de Lula citou a condenação de Pedro Corrêa, Sérgio Moro questionou se Martins estava querendo humilhar a testemunha. "É inapropriado", disse o juiz federal. Para Sérgio Moro, a condenação da testemunha se trata de "fatos notórios".

O ex-deputado já foi condenado pela Lava Jato a mais de 20 anos de prisão por crimes como corrupção e lavagem de dinheiro. Atualmente, ele cumpre prisão domiciliar por razões médicas.

O juiz federal então perguntou se o advogado tinha mais alguma pergunta – "sobre fatos" – a fazer. Martins respondeu: "Eu fiz as perguntas. Se as perguntas infelizmente incomodam, eu lamento. Mas eu já fiz as perguntas e não tenho mais perguntas a fazer". A audiência foi encerrada logo em seguida.

Eu não era um desconhecido do ex-presidente Lula'

O ex-deputado disse a Sérgio Moro que estranhou o fato de o ex-presidente Lula ter dito na audiência em que prestou depoimento em Curitiba que não tinha feito nenhuma reunião com ele. Corrêa mostrou um álbum e disse ter fotos de uma das reuniões onde estavam presentes vários políticos, inclusive ele e o ex-presidente Lula.

"Eu gostaria, inclusive, de anexar depois essas fotografias para mostrar ao processo de que eu não era um desconhecido do ex-presidente Lula, como ele afirmou, que não tinha nenhuma relação comigo. Eu vivia no Palácio do Governo e no Palácio do Planalto, porque eu era presidente do partido e, consequentemente, participava pelo menos duas vezes por mês das reuniões do conselho político", declarou o ex-deputado.

Pedro Corrêa também confirmou à promotora do MPF Isabel Cristina Vieira algumas declarações que fez durante um depoimento em setembro de 2016. Uma das questões relembradas e confirmada pelo ex-deputado foi de que houve pagamentos de propina nos contratos da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar) e da Refinaria Abreu e Lima (RNEST) para o Partido Progressista.

"Sim. Esses contratos tinham recursos que vinham para o partido tanto na RNEST quanto da Repar", respondeu o ex-parlamentar.

Ação penal

Nesta ação penal, o MPF acusa o ex-presidente Lula de receber como propina um terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula e um imóvel vizinho ao apartamento do petista, em São Bernardo do Campo (SP).

De acordo com a força-tarefa da Lava Jato, esses imóveis foram comprados pela Odebrecht em troca de contratos adquiridos pela empresa na Petrobras.

Lula responde, neste processo, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Outras sete pessoas também são rés. A ex-primeira dama Marisa Letícia chegou a ser acusada. Contudo, Moro decretou a impossibilidade de puni-la. Marisa Leticia morreu em fevereiro deste ano.

O ex-presidente nega as acusações, e o Grupo Odebrecht tem afirmado que tem colaborado com as investigações. Instituto Lula afirmou que "nunca teve outra sede a não ser o sobrado onde funciona até hoje, adquirido em 1990 pelo Instituto de Pesquisas e Estudos do Trabalhador (Ipet)".

Denúncia do MPF

Conforme o MPF, a Construtora Norberto Odebrecht pagou propina a Lula via aquisição do imóvel onde seria construída nova sede do Instituto Lula, em São Paulo. O valor, até novembro de 2012, foi de R$ 12.422.000, afirmam os procuradores.

O valor consta, segundo a força-tarefa a Lava Jato, em anotações de Marcelo Odebrecht, planilhas apreendidas durante as investigações e dados obtidos a partir de quebra de sigilo.

A denúncia do MPF afirma também que o ex-presidente recebeu, como vantagem indevida, a cobertura vizinha à residência onde vive em São Bernardo do Campo, interior de São Paulo. De acordo com







quinta-feira, 27 de abril de 2017

DISCLOSED FACHIN LIST



 Edson Fachin, a minister and rapporteur for Operation Lava Jato in the Supreme Federal Court (STF), has opened investigations against nine ministers of the current administration, 29 senators and 42 federal deputies, including Senate presidents Eunício Oliveira and Rodrigo Maia. The Attorney General's Office (PGR) sent the STF the 83 inquiries based on the allegations of the 78 executives and former executives of Odebrecht.
In addition to the numbers cited, a minister of the Union Court of Audit (TCU), three governors and 24 other politicians involved in the events will also be investigated.
With 5 denunciations in the investigation, Aécio Neves (PSDB) and Romero Jucá lead the list of politicians with the largest number of open investigations. Renan Calheiros is also close to the lead with 4.
With the information released by Fachin, the Temer government has suffered serious tremors, as nearly 10 ministers are being investigated: Eliseu Padilha (PMDB), Civil Household, Moreira Franco (PMDB), General Secretariat of the Presidency of the Republic, Gilberto Kassab (PSD), Science and Technology, Helder Barbalho (PMDB), National Integration, Aloysio Nunes (PSDB), Foreign Relations, Blairo Maggi (PP), Agriculture, Bruno Araújo (PSDB), Cities, Roberto Freire (PPS), Culture, and Marcos Pereira (PRB), Industry, Foreign Trade and Services.
The testimony and reports of Marcelo Odebrecht will be taken into account and will be used in 7 inquiries brought to the STF. According to the informers, the most frequent crimes are those of active and passive corruption, money laundering, ideological falsehood and cartel formation and bidding fraud.
Michel Temer is also cited as one of the names to enter into two of the inquiries, however, his temporary immunity from the president of the Republic does not include him in the list of investigated. Crimes that do not involve his mandate can not fit him into the investigation.


The list of targets:
Senator Romero Jucá Filho (PMDB-RR)
Senator Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG)
Senator Renan Calheiros (PMDB-AL)
Minister of the Civil House Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS)
Minister of Science and Technology Gilberto Kassab (PSD)
Senator Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
Federal Deputy Paulinho da Força (SD-SP)
Federal Deputy Marco Maia (PT-RS)
Federal Deputy Carlos Zarattini (PT-SP)
Federal Deputy Rodrigo Maia (DEM-RM), Mayor of
Federal Deputy João Carlos Bacelar (PR-BA)
Federal Deputy Milton Monti (PR-SP)
Governor of the State of Alagoas Renan Filho (PMDB)
Minister of the General Secretariat of the Presidency of the Republic Wellington Moreira Franco (PMDB)
Minister of Culture Roberto Freire (PPS)
Minister of Cities Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB-PE)
Minister of Foreign Affairs Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)
Minister of Industry, Foreign Trade and Services Marcos Antônio Pereira (PRB)
Minister of Agriculture, Livestock and Supply Blairo Borges Maggi (PP)
Minister of State for National Integration, Helder Barbalho (PMDB)
Senator of the Republic Paulo Rocha (PT-PA)
Senator Humberto Sérgio Costa Lima (PT-PE)
Senator of the Republic Edison Lobão (PMDB-PA)
Senator of the Republic Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Senator Jorge Viana (PT-AC)
Senator of the Republic Lidice da Mata (PSB-BA)
Senator of the Republic José Agripino Maia (DEM-RN)
Senator of the Republic Marta Suplicy (PMDB-SP)
Senator of the Republic Ciro Nogueira (PP-PI)
Senator of the Dalírio Republic José Beber (PSDB-SC)
Senator of the Republic Ivo Cassol
Senator Lindbergh Farias (PT-RJ)
Senator Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Senator of the Republic Kátia Regina de Abreu (PMDB-TO)
Senator Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-AL)
Senator José Serra (PSDB-SP)
Senator of the Republic Eduardo Braga (PMDB-AM)
Senator Omar Aziz (PSD-AM)
Senator of the Republic Valdir Raupp
Senator Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Senator of the Republic Eduardo Amorim (PSDB-SE)
Senator Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Senator of the Republic Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
Senator Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Federal Deputy José Carlos Aleluia (DEM-BA)
Federal Deputy Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Federal Deputy Mario Negromonte Jr. (PP-BA)
Federal Deputy Nelson Pellegrino (PT-BA)
Federal Deputy Jutahy Júnior (PSDB-BA)
Federal MP Maria do Rosário (PT-RS)
Federal Deputy Felipe Maia (DEM-RN)
Federal Deputy Oix Lorenzoni (DEM-RS)
Deputy Federal Jarbas de Andrade Vasconcelos (PMDB-PE)
Deputy Federal Vicente "Vicentinho" Paulo da Silva (PT-SP)
Federal Deputy Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)
Federal Deputy Yeda Crusius (PSDB-RS)
Federal Deputy Paulo Henrique Lustosa (PP-CE)
Federal Deputy José Reinaldo (PSB-MA), for facts of when he was governor of Maranhão
Federal Deputy João Paulo Papa (PSDB-SP)
Federal Deputy Vander Loubet (PT-MS)
Federal Deputy Rodrigo Garcia (DEM-SP)
Federal Deputy Cacá Leão (PP-BA)
Federal Deputy Celso Russomano (PRB-



                                        DIVULGADA A LISTA FACHIN.

Edson Fachin, ministro e relator da Operação Lava Jato no Supremao Tribunal Federal (STF), abriu inquéritos contra nove ministros do atual governo, 29 senadores e 42 deputados federais, incluindo os presidentes do Senado, Eunício Oliveira, e da Câmara, Rodrigo Maia. A Procuradoria Geral da República (PGR) encaminhou ao STF os 83 inquéritos com base nas delações dos 78 executivos e ex-executivos da Odebrecht. 

Além dos números citados, serão investigados também um ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), três governadores e 24 outros políticos envolvidos nos fatos.

Com 5 denúncias em investigação, Aécio Neves (PSDB) e Romero Jucá lideram a lista dos políticos com maior número de inquéritos abertos. Renan Calheiros também se aproxima da liderança, com 4.

Com as informações divulgadas por Fachin, o Governo Temer sofreu fortes abalos, visto que quase 10 ministros estão sendo investigados: Eliseu Padilha (PMDB), da Casa Civil, , Moreira Franco (PMDB), da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Kassab (PSD), da Ciência e Tecnologia, Helder Barbalho (PMDB), da Integração Nacional, Aloysio Nunes (PSDB), das Relações Exteriores, Blairo Maggi (PP), da Agricultura, Bruno Araújo (PSDB), das Cidades, Roberto Freire (PPS), da Cultura, e Marcos Pereira (PRB), da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

O depoimento e relatos de Marcelo Odebrecht serão levados em conta e serão usados em 7 inquéritos levados ao STF. De acordo com os delatores, os crimes que mais se repetem são os de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e formação de cartel e fraude a licitações.

Michel Temer também é citado como um dos nomes para entrar em dois dos inquéritos, entretanto, sua imunidade temporária de presidente da república não o inclui na a lista dos investigados. Crimes que não envolvem o mandato dele não podem encaixá-lo na investigação.
A lista dos alvos:

Senador da República Romero Jucá Filho (PMDB-RR)
Senador Aécio Neves da Cunha (PSDB-MG)
Senador da República Renan Calheiros (PMDB-AL)
Ministro da Casa Civil Eliseu Lemos Padilha (PMDB-RS)
Ministro da Ciência e Tecnologia Gilberto Kassab (PSD)
Senador da República Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE)
Deputado Federal Paulinho da Força (SD-SP)
Deputado Federal Marco Maia (PT-RS)
Deputado Federal Carlos Zarattini (PT-SP)
Deputado Federal Rodrigo Maia (DEM-RM), presidente da Câmara
Deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA)
Deputado federal Milton Monti (PR-SP)
Governador do Estado de Alagoas Renan Filho (PMDB)
Ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República Wellington Moreira Franco (PMDB)
Ministro da Cultura Roberto Freire (PPS)
Ministro das Cidades Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB-PE)
Ministro das Relações Exteriores Aloysio Nunes Ferreira (PSDB)
Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços Marcos Antônio Pereira (PRB)
Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Blairo Borges Maggi (PP)
Ministro de Estado da Integração Nacional, Helder Barbalho (PMDB)
Senador da República Paulo Rocha (PT-PA)
Senador Humberto Sérgio Costa Lima (PT-PE)
Senador da República Edison Lobão (PMDB-PA)
Senador da República Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Senador da República Jorge Viana (PT-AC)
Senadora da República Lidice da Mata (PSB-BA)
Senador da República José Agripino Maia (DEM-RN)
Senadora da República Marta Suplicy (PMDB-SP)
Senador da República Ciro Nogueira (PP-PI)
Senador da República Dalírio José Beber (PSDB-SC)
Senador da República Ivo Cassol
Senador Lindbergh Farias (PT-RJ)
Senadora da República Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM)
Senadora da República Kátia Regina de Abreu (PMDB-TO)
Senador da República Fernando Afonso Collor de Mello (PTC-AL)
Senador da República José Serra (PSDB-SP)
Senador da República Eduardo Braga (PMDB-AM)
Senador Omar Aziz (PSD-AM)
Senador da República Valdir Raupp
Senador Eunício Oliveira (PMDB-CE)
Senador da República Eduardo Amorim (PSDB-SE)
Senadora Maria do Carmo Alves (DEM-SE)
Senador da República Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN)
Senador da República Ricardo Ferraço (PSDB-ES)
Deputado Federal José Carlos Aleluia (DEM-BA)
Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB-BA)
Deputado Federal Mário Negromonte Jr. (PP-BA)
Deputado Federal Nelson Pellegrino (PT-BA)
Deputado Federal Jutahy Júnior (PSDB-BA)
Deputada Federal Maria do Rosário (PT-RS)
Deputado Federal Felipe Maia (DEM-RN)
Deputado Federal Ônix Lorenzoni (DEM-RS)
Deputado Federal Jarbas de Andrade Vasconcelos (PMDB-PE)
Deputado Federal Vicente “Vicentinho” Paulo da Silva (PT-SP)
Deputado Federal Arthur Oliveira Maia (PPS-BA)
Deputada Federal Yeda Crusius (PSDB-RS)
Deputado Federal Paulo Henrique Lustosa (PP-CE)
Deputado Federal José Reinaldo (PSB-MA), por fatos de quando era governador do Maranhão
Deputado Federal João Paulo Papa (PSDB-SP)
Deputado Federal Vander Loubet (PT-MS)
Deputado Federal Rodrigo Garcia (DEM-SP)
Deputado Federal Cacá Leão (PP-BA)
Deputado Federal Celso Russomano (PRB-SP)
Deputado Federal Dimas Fabiano Toledo (PP-MG)
Deputado Federal Pedro Paulo (PMDB-RJ)
Deputado federal Lúcio Vieira Lima (PDMB-BA)
Deputado Federal Paes Landim (PTB-PI)
Deputado Federal Daniel Vilela (PMDB-GO)
Deputado Federal Alfredo Nascimento (PR-AM)
Deputado Federal Zeca Dirceu (PT-SP)
Deputado Federal Betinho Gomes (PSDB-PE)
Deputado Federal Zeca do PT (PT-MS)
Deputado Federal Vicente Cândido (PT-SP)
Deputado Federal Júlio Lopes (PP-RJ)
Deputado Federal Fábio Faria (PSD-RN)
Deputado Federal Heráclito Fortes (PSB-PI)
Deputado Federal Beto Mansur (PRB-SP)
Deputado Federal Antônio Brito (PSD-BA)
Deputado Federal Décio Lima (PT-SC)
Deputado Federal Arlindo Chinaglia (PT-SP)
Ministro do Tribunal de Contas da União Vital do Rêgo Filho
Governador do Estado do Rio Grande do Norte Robinson Faria (PSD)
Governador do Estado do Acre Tião Viana (PT)
Prefeita Municipal de Mossoró/RN Rosalba Ciarlini (PP), ex-governadora do Estado
Valdemar da Costa Neto (PR)
Luís Alberto Maguito Vilela, ex-Senador da República e Prefeito Municipal de Aparecida de Goiânia entre os anos de 2012 e 2014
Edvaldo Pereira de Brito, então candidato ao cargo de senador pela Bahia nas eleições 2010
Oswaldo Borges da Costa, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais/Codemig
Senador Antônio Anastasia (PSDB-MG)
Cândido Vaccarezza (ex-deputado federal PT)
Guido Mantega (ex-ministro)
César Maia (DEM), vereador e ex-prefeito do Rio de Janeiro e ex-deputado federal
Paulo Bernardo da Silva, então ministro de Estado
Eduardo Paes (PMDB), ex-prefeito do Rio de Janeiro
José Dirceu
Deputada Estadual em Santa Catarina Ana Paula Lima (PT-SC)
Márcio Toledo, arrecadador das campanhas da senadora Suplicy
Napoleão Bernardes, Prefeito Municipal de Blumenau/SC
João Carlos Gonçalves Ribeiro, que então era secretário de Planejamento do Estado de Rondônia
advogado Ulisses César Martins de Sousa, à época Procurador-Geral do Estado do Maranhão
Rodrigo de Holanda Menezes Jucá, então candidato a vice-governador de Roraima, filho de Romer Jucá
Paulo Vasconcelos, marqueteiro de Aécio
Eron Bezerra, marido da senadra Grazziotin
Moisés Pinto Gomes, marido da senadora Kátia Abreu, em nome de quem teria recebido os recursos – a38
Humberto Kasper
Marco Arildo Prates da Cunha
Vado da Famárcia, ex-prefeito do Cabo de Santo Agostinho
José Feliciano

quarta-feira, 5 de abril de 2017

PEOPLE INVOLVED IN THE LAVA-JATO.

 PESSOAS ENVOLVIDAS NA LAVA-JATO

 Tabela abaixo relata as pessoas envolvidas como objeto das investigações da Operação Lava Jato do Departamento de Polícia Federal, do Brasil, incluindo condenados e absolvidos, réus a serem julgados, denunciados e indiciados a serem acatados ou não como réu, aqueles não acatados e arquivados ou rejeitados, e investigados com inquérito ainda não concluído.
Nome Cargo Partido/Empresa Envolvimento Resultado
Adarico Negromonte Filho Irmão Mário Negromonte Absolvido[1] Absolvição das acusações de pertinência à organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Adir Assad Lobista/empresário Ligado à Renato Duque Condenado[2] Condenação por lavagem de dinheiro e associação criminosa a 9 anos e 10 meses de reclusão.
Aécio Neves Senador (PSDB) Furnas Absolvido[3] O senador foi absolvido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki de duas das acusações, sendo investigado ainda em outras.
Afonso Hamm Deputado federal PP-RS Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Agenor Franklin Magalhães Medeiros Diretor Construtora OAS Condenado[5] Condenação por pertinência a organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de dinheiro a 16 anos e 4 meses de reclusão.
Aguinaldo Ribeiro Deputado federal PP-PB Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Alexandre Portela Barbosa Advogado Construtora OAS Indiciado pela PF[6] Não finalizado
Alberto Elísio Vilaça Gomes Ex-diretor da área de óleo e gás Mendes Júnior Condenado[7] Condenação por corrupção ativa e associação criminosa a 10 anos de reclusão, com regime fechado para o início do cumprimento da pena e multa de R$ 762.750,00.
Alexandrino de Salles Ramos de Alencar Ex-diretor Odebrecht Condenado[8] Condenação por lavagem de dinheiro e corrupção ativa a 15 anos, 7 meses e 10 dias de prisão em regime fechado.
Aline Corrêa Ex-deputada federal PP-SP Investigada em inquérito[4] Investigação não finalizada
André Catão de Miranda Gerente Financeiro Posto da Torre Absolvido[9] Absolvido em 2ª instância.
André Vargas Ex-deputado federal sem partido-PR Condenado Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 14 anos e 4 meses de reclusão e multa de 3 salários mínimos por 280 dias (mais de R$ 660 mil)
Angelo Alves Mendes Diretor vice-presidente de assuntos corporativos Mendes Júnior Absolvido[7] Absolvido em 1ª instância.
Aníbal Gomes Deputado federal PMDB-CE Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Antonio Almeida da Silva Ligado à Youssef Empreiteira Rigidez Absolvido[1] Absolvição das acusações
Antonio Anastasia Senador PSDB-MG Investigado em inquérito[4] Arquivada por falta de prova.
Antonio Carlos Pieruccini Advogado Olvepar Condenado[10] Condenação por lavagem de dinheiro a 3 anos, com regime aberto para o início de cumprimento de pena e prestação de serviços à comunidade.
Antônio Pedro Campello de Souza Dias Ex-diretor Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Armando Furlan Júnior Sócio Fernando Soares Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Antonio Palocci ex-Ministro PT Denunciado pelo MPF[12] A aguardar julgamento
Arthur Lira Deputado federal PP-AL Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Benedito de Lira Senador PP-AL Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Bernardo Schiller Freiburghaus
Odebrecht Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro
Camila Ramos Filha José Dirceu Denunciada pelo MPF[13] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro
Carlos Magno Ex-deputado federal PP-RO Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Cândido Vaccarezza Ex-deputado federal PT-SP Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Celso Araripe d’Oliveira Funcionário Petrobras Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Cesar Ramos Rocha Ex-diretor Odebrecht Condenado[8] Condenação por associação criminosa e corrupção ativa a 9 anos, 10 meses e 20 dias em regime fechado.
Ciro Nogueira Senador PP-PI Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Cristiano Kok Presidente Engevix Engenharia Denunciado pelo MPF[13][14] A avaliar denúncia de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro
Dalton dos Santos Avancini Ex-presidente do Conselho de Administração Camargo Corrêa Condenado[15] Condenação por corrupção, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa a 15 anos e 10 meses de prisão
Daniela Leopoldo e Silva Facchini Arquiteta José Dirceu Denunciada pelo MPF[13] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro
Dario de Queiroz Galvão Ex-presidente Galvão Engenharia Condenado[16] Condenação por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa a 13 anos e 2 meses de prisão.
Delcídio do Amaral Senador (cassado) PT-MS
(atualmente sem partido)
Investigado em inquérito Em andamento; Foi preso por ter sido gravado tentando comprar o silêncio e obstrução da justiça ao tentar a fuga do ex-diretor ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró ao exterior.
Dilceu Sperafico Deputado federal PP-PR Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Edison Lobão Senador PMDB-MA Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Ednaldo Alves da Silva Executivo UTC Engenharia Indiciado pela PF[17] Não finalizado
Eduardo Cunha ex-Deputado Federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados PMDB-RJ Denunciado pelo MPF Condenado a 15 aos e 4 meses de prisão em regime fechado
Eduardo da Fonte Deputado federal PP-PE Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Eduardo de Oliveira Freitas Filho Sócio-gerente Freitas Filho Construções Limitada Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Eduardo Vaz da Costa Musa Ex-gerente-geral da área Internacional Petrobras Condenado[18] Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 11 anos e 8 meses de prisão
Eidilaine Soares Esposa André Vargas Denunciada pelo MPF[19] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro
Erton Medeiros Fonseca Diretor-presidente de engenharia industrial Galvão Engenharia Condenado[20] Condenação por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa a 12 anos e 5 meses de prisão.
Elton Negrão de Azevedo Júnior Diretor-executivo Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Fábio Corrêa Filho Ex-deputado Pedro Corrêa Absolvido[21] Absolvido em 1ª instância.
Flávio Gomes Machado Filho Operador Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Flávio Sá Motta Pinheiro Gerente Mendes Júnior Indiciado pela PF[6] Não finalizado
Fernando Antonio Guimarães Horneaux de Moura Lobista José Dirceu Denunciado pelo MPF[13] A avaliar denúncia de organização criminosa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro
Fernando Bezerra Coelho Senador PSB-PE Denunciado pelo MPF[22] A avaliar denúncia de corrupção
Fernando Collor de Mello Senador PTC-AL Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Fernando Pimentel Governador PT-MG Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Flávio David Barra Presidente global AG Energia, empresa controlada pela Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa
Gerson Almada Vice-presidente Engevix Denunciado pelo MPF
Condenado[23]
Condenação por organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro por 19 anos de reclusão e multa de R$923 mil.
Gladson Cameli Senador PP-AC Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Gleisi Hoffmann Senadora PT-PR Investigada em inquérito[4] Investigação não finalizada
Humberto Costa Senador PT-PE Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Ildefonso Colares Filho Diretor-presidente Queiroz Galvão Indiciado pela PF[6] Não finalizado
Ivan Vernon Gomes Torres Júnior Ex-funcionário Ex-deputado Pedro Corrêa Condenado[21] Condenação por lavagem de dinheiro a 5 anos em regime semiaberto
Jean Alberto Luscher Castro Executivo Galvão Engenharia Condenado Condenação por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa a 11 anos e 8 meses de prisão.
Jerônimo Goergen Deputado federal PP-RS Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
João Leão Vice-governador e ex-deputado federal PP-BA Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
João Alberto Pizzolati Ex-deputado federal PP-SC Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
José Adolfo Pascowitch Operador do esquema pela Engevix irmão de Milton Pascowitch Denunciado pelo MPF[13] A avaliar denúncia de organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro,
João Procópio de Almeida Prado Executivo Youssef Condenado[7] Condenação por lavagem de dinheiro a 2 anos e 6 meses de reclusão.
José Antunes Sobrinho Executivo Engevix Engenharia Denunciado pelo MPF[13] A avaliar denúncia de corrupção ativa e lavagem de dinheiro
José Dirceu de Oliveira e Silva Ex-ministro da Casa Civil PT-SP Denunciado pelo MPF[13]
Condenado[24]
Condenação a 23 anos e 3 meses por corrupção passiva, recebimento de vantagem indevida e lavagem de dinheiro.
José Humberto Cruvinel Resende Engenheiro Mendes Júnior Absolvido em 1ª instância
José Linhares Ex-deputado federal PP-CE Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
José Mentor Deputado federal PT-SP Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
José Otávio Germano Deputado federal PP-RS Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
João Vaccari Neto Ex-tesoureiro PT Condenado Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 15 anos e 4 meses de reclusão
Júlio César dos Santos Ex-sócio minoritário JD Consultoria Denunciado pelo MPF[13] A avaliar denúncia de organização criminosa e lavagem de dinheiro
Lázaro Botelho Deputado federal PP-TO Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Roberto Britto Deputado federal PP-BA Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Lindberg Farias Senador PT-RJ Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Lucélio Roberto von Lechten Góes Lobista Odebrecht Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Luis Carlos Heinze Deputado federal PP-RS Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Luiz Argôlo Ex-deputado federal SD-BA Condenado[25] Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 11 anos e 11 meses de reclusão
Luiz Eduardo de Oliveira e Silva Sócio JD Consultoria Denunciado pelo MPF[13] A avaliar denúncia de organização criminosa e lavagem de dinheiro
Luiz Fernando Faria Deputado federal PP-MG Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Luiz Inácio Lula da Silva Ex-Presidente do Brasil PT-SP Investigado em inquérito[26] Investigação não finalizada
Luiz Fernando Pezão Governador PMDB-RJ Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Marcelo Bahia Odebrecht Presidente Odebrecht Condenado[27] Condenação por corrupção, lavagem de dinheiro e associação criminosa a 19 anos e 4 meses de prisão em regime fechado e multa de R$ 108.809.565,00 e US$ 35 milhões (R$ 131.978.000,00 na cotação de 7 de março de 2016).
Márcio Farias da Silva Ex-diretor Odebrecht Condenado[27] Condenado por lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção ativa a 19 anos e 4 meses de prisão em regime fechado.
Mário Negromonte Ex-deputado federal PP-BA Indiciado pela PF[28] Investigação não finalizada
Mário Negromonte Júnior deputado federal e filho de Mário Negromonte PP-BA Indiciado pela PF[29][30] Investigação não finalizada
Milton Pascowitch Operador do esquema pela Engevix através da Ecovix Engevix Denunciado pelo MPF[13]
Condenado[24]
Condenação por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa a 20 anos de 10 meses de reclusão.
Missionário José Olímpio Deputado federal DEM-SP Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Murilo Tena Barros



Nelson Meurer Deputado federal PP-PR Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Olavo Horneaux de Moura Filho Operador do esquema Irmão gêmeo do empresário Fernando Moura Denunciado pelo MPF[13] A avaliar denúncia de organização criminosa e lavagem de dinheiro
Otávio Marques de Azevedo Presidente Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Othon Zanoide de Moraes Filho Diretor-geral de desenvolvimento comercial Vital Engenharia
(empresa do grupo Queiroz Galvão)
Indiciado pela PF[6] Não finalizado
Otto Garrido Diretor de operações IESA Óleo & Gás
(empresa do Grupo Inepar)
Indiciado pela PF[6] Não finalizado
Paulo Sérgio Boghossian Ex-diretor Odebrecht Denunciado pelo MPF[11] A avaliar denúncia
Pedro Corrêa Ex-deputado federal PP-PE Condenado Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 20 anos, 7 meses e 10 dias de prisão
Pedro José Barusco Filho Ex-gerente de serviços Petrobras Condenado.[2]
Indiciado pela PF em outro processo[31]
Condenação por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa
Pedro Henry Ex-deputado federal PP-MT Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Renan Calheiros Senador PMDB-AL Investigado em inquérito.[4][32] Delação de corrupção feita por Felipe Parente Investigação não finalizada
Renato Molling Deputado federal PP-RS Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Renato de Souza Duque Ex-diretor de Serviços Petrobras Condenado[2]
Indiciado pela PF em outro processo[31]
Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 20 anos e 8 meses de reclusão
Ricardo Ribeiro Pessoa Ex-presidente UTC Engenharia Inidicado pela PF[17]
Denunciado pela PRG[33]
Não finalizado
Roberto Balestra Deputado federal PP-GO Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Roberto Marques Ex-assessor José Dirceu Denunciado pelo MPF[13] A avaliar denúncia de organização criminosa e lavagem de dinheiro
Roberto Teixeira Ex-deputado federal PP-PE Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Rogério Cunha de Oliveira Diretor de óleo e gás Mendes Júnior Condenado[7] Condenação por corrupção ativa e associação criminosa a 17 anos e 4 meses de reclusão.
Rogério Santos de Araújo Ex-diretor Odebrecht Condenado[27] Condenado por lavagem de dinheiro, associação criminosa e corrupção ativa: 19 anos e 4 meses de prisão em regime fechado.
Romero Jucá Senador PMDB-RR Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Roseana Sarney Ex-senadora PMDB-MA Investigada em inquérito[4] Investigação não finalizada
Sandes Júnior Deputado federal PP-GO Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Sérgio Cunha Mendes Vice-presidente Mendes Júnior Condenado[7] Condenação por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa a 19 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado.
Simão Sessim Deputado federal PP-RJ Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Valdir Lima Carreiro Diretor-presidente IESA Óleo & Gás
(empresa do Grupo Inepar)
Indiciado pela PF[6] Não finalizado
Valdir Raupp Senador PMDB-RO Investigado em inquérito[4] Acusado pela PGR de receber $R500.000 em propina
Vander Loubet Deputado federal PT-MS Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Vilson Covatti Ex-deputado federal PP-RS Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Waldir Maranhão Deputado federal PP-MA Investigado em inquérito[4] Investigação não finalizada
Walmir Pinheiro Santana Executivo UTC Engenharia Indiciado pela PF[17] Não finalizado
Jorge Luiz Zelada Ex-diretor Petrobras Denunciado pelo MPF[34]
Indiciado pela PF[31]
Condenado[35]
Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 12 anos e 2 meses de prisão em regime fechado.
Hamylton Pinheiro Padilha Operador ligado a Jorge Zelada Denunciado pelo MPF[34] A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro
Raul Schmidt Felippe Junior Ex-funcionário Petrobras Denunciado pelo MPF[34] A avaliar denúncia de corrupção passiva, lavagem de dinheiro
João Augusto Rezende Henriques Lobista ligado a Jorge Zelada Denunciado pelo MPF[34]
Indiciado pela PF[31]
A avaliar denúncia de corrupção passiva, lavagem de dinheiro
Hsin Chi Su (Nobu Su) Executivo Empresa chinesa TMT (ligado a Jorge Zelada) Denunciado pelo MPF[34] A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro
Othon Luiz Pinheiro da Silva Ex-presidente Eletronuclear Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, embaraço à investigação de organização criminosa, evasão de divisas, organização criminosa
Ana Cristina da Silva Toniolo filha Othon Luiz Pinheiro da Silva Denunciada pelo MPF[14] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro, embaraço à investigação de organização criminosa, evasão de divisas, organização criminosa
Rogério Nora Ex-presidente Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa
Clóvis Renato
Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa
Olavinho Ferreira Mendes ex-executivo Andrade Gutierrez Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa
Gustavo Botelho

Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa
Carlos Gallo

Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro, embaraço à investigação de organização criminosa, organização criminosa
Josué Nobre

Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro, organização criminosa
Geraldo Arruda

Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro
José Antunes Sobrinho Sócio Engevix Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de corrupção ativa, lavagem de dinheiro, organização criminosa
Victor Colavitti

Denunciado pelo MPF[14] A avaliar denúncia de lavagem de dinheiro, organização criminosa
Carlos Eduardo Strauch Albero Diretor Engevix Engenharia Réu na Justiça Federal[36] A julgar acusações de organização criminosa, formação de cartel, frustração à licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais
Enivaldo Quadrado Ex-dono Bônus-Banval Condenado[7] Condenação por lavagem de dinheiro a 7 anos e 6 meses de reclusão.
Luiz Roberto Pereira Diretor Engevix Engenharia Réu na Justiça Federal[36] A julgar acusações de organização criminosa, formação de cartel, frustração à licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais
Newton Prado Júnior Diretor Engevix Engenharia Réu na Justiça Federal[36] A julgar acusações de organização criminosa, formação de cartel, frustração à licitação, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais
Paulo Roberto Costa Diretor de abastecimento Petrobras Condenado[37] Condenação por crime de organização criminosa e lavagem de dinheiro a 7 anos e 6 meses e multa de R$ 408 mil
Réu na Justiça Federal[36] A julgar acusações de formação de cartel, frustração à licitação, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais
Waldomiro de Oliveira Dono MO Consultoria
Sanko Sider
Condenado[37][1] Condenação por crime de organização criminosa e lavagem de dinheiro a 11 anos e 6 meses de prisão e multa de R$ 148 mil
Réu na Justiça Federal[36] A julgar acusações de formação de cartel, frustração à licitação, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais
Alberto Youssef Doleiro Condenado[2][37] Condenação por lavagem de dinheiro a 9 anos e 2 meses (suspenso em razão de ultrapassar 32 anos, em razão das outras condenações) e multa de R$ 763 mil
Réu na Justiça Federal[36] A julgar acusações de organização criminosa, formação de cartel, frustração à licitação, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais
Nestor Cerveró Ex-Diretor da área internacional [38] Petrobras Condenado[39][40][41] Condenação por lavagem de dinheiro a 5 anos de prisão em regime fechado e multas de mais de R$ 500 mil e de R$ 1.140.725,00
Denunciado pelo MPF[42] A avaliar denúncia de corrupção contra o sistema financeiro nacional
Carlos Alberto Pereira da Costa Representante GFD Investimentos Condenado[1] Condenação por lavagem de dinheiro, substituída por restrição de direitos a 2 anos e 8 meses
Réu na Justiça Federal[36] A julgar acusações de organização criminosa, formação de cartel, frustração à licitação, corrupção ativa e passiva, evasão fraudulenta de divisas, uso de documento falso e sonegação de tributos federais
Carlos Habib Chater
Youssef Condenado[1] Condenação por lavagem de dinheiro a 4 anos e 9 meses de prisão em regime fechado e por lavagem de dinheiro (noutro caso) a 5 anos e 6 meses em regime fechado
Cleverson Coelho de Oliveira
Youssef Condenado[1] Condenação por evasão de divisas, operação de instituição financeira irregular e pertinência a organização criminosa a 5 anos e 10 dias de prisão
Ediel Viana da Silva
Youssef Condenado[1] Condenação por lavagem de dinheiro e uso de documentos falsos a 3 anos em regime fechado
Eduardo Hermelino Leite Ex-vice-presidente Camargo Corrêa Condenado[1] Condenação por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa a 15 anos e 10 meses de prisão
Esdra de Arantes Ferreira Sócio Labogen Condenado[37][1] Condenação por lavagem de dinheiro a 4 anos e 5 meses e multa de R$ 20 mil
Faiçal Mohamed Nacirdine
Youssef Condenado[1] Condenação por operar instituição financeira irregular a 1 ano e 6 meses
Fernando 'Baiano' Antônio Falcão Soares Lobista Condenado[1] Condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro a 16 anos e 1 mês de prisão
Fernando Augusto Stremel Andrade Funcionário Construtora OAS Condenado[1] Condenação por lavagem de dinheiro a 4 anos de reclusão (pena substituída por prestações de serviços à comunidade e pagamento de multa de 50 salários mínimos)
Absolvido Absolvição de acusações de corrupção ativa e organização criminosa, por falta de provas
Iara Galdino da Silva Doleira
Condenada[1] Condenação por evasão de divisas, operação de instituição financeira irregular, corrupção ativa e pertinência à organização a 11 anos e 9 meses de prisão
Jayme Alves de Oliveira Filho Ex-agente da Polícia Federal Youssef Condenado[1] Condenação por lavagem de dinheiro e pertinência à organização criminosa a 11 anos e 10 meses
João Ricardo Auler Ex-presidente do Conselho de Administração Camargo Corrêa Condenado[1] Condenação por corrupção e de pertinência à organização criminosa a 9 anos e 6 meses de prisão
José Aldemário Pinheiro Filho Presidente Construtora OAS Condenado[1] Condenação por organização criminosa, corrupção ativa, lavagem de dinheiro a 16 anos e quatro meses de reclusão
José Ricardo Nogueira Breghirolli Contato Youssef–Construtora OAS Condenado[1] Condenação por organização criminosa, lavagem de dinheiro a 11 anos de reclusão
Absolvido Absolvição de acusação de corrupção ativa, por falta de provas
Juliana Cordeiro de Moura
Youssef Condenada[1] Condenação por evasão de divisas e de operação de instituição financeira irregular a 2 anos e 10 dias de prisão
Julio Gerin de Almeida Camargo Executivo Toyo Setal Condenado[1] Condenação por corrupção ativa e lavagem de dinheiro a 14 anos de prisão (provável redução para 5 anos em regime aberto devido à delação premiada)
Denunciado pelo MPF[42] A avaliar denúncia de corrupção contra o sistema financeiro nacional
Leonardo Meirelles Sócio Labogen Condenado[37][1] Condenação por lavagem de dinheiro a 6 anos e 8 meses e multa de R$ 68 mil e por lavagem de dinheiro (noutro caso) a 5 anos e 6 meses e 20 dias e multa de R$ 171 mil
Luccas Pace Júnior Operador de câmbio Youssef Condenado[1] Condenação por evasão de divisas, por operar instituição financeira irregular e pertinência a organização criminosa a 4 anos, 2 meses e 15 dias de prisão (reduzido à metade devido à delação premiada)
Márcia Danzi Russo Corrêa de Oliveira Nora Ex-deputado Pedro Corrêa Absolvida Absolvida em 1ª instância.
Marcio Andrade Bonilho Sócio Sanko Sider Condenado[37] Condenação por crime de organização criminosa e lavagem de dinheiro a 11 anos e 6 de prisão e multa de R$ 741 mil
Absolvido[1] Absolvição de outras acusações
Maria Dirce Penasso Laranja Youssef Condenada[1] Condenação por evasão de divisas e operação de instituição financeira irregular a 2 anos, um mês e 10 dias de prisão
Mário Lúcio de Oliveira Diretor de agência de viagem GFD Absolvido[7] Absolvido em 1ª instância.
Matheus Coutinho de Sá Oliveira Vice-presidente do conselho executivo Construtora OAS Condenado[1] Condenação por organização criminosa e lavagem de dinheiro a 11 anos de reclusão
Absolvido[1] Absolvição da acusação de corrupção ativa, por falta de provas
Nelma Mitsue Penasso Kodama Doleira
Condenada[1] Condenação por evasão de divisas, operação de instituição financeira regular, corrupção ativa e pertinência a organização criminosa a 18 anos de prisão
Pedro Argese Junior Operador do esquema Youssef Condenado[37][1] Condenação por lavagem de dinheiro a 4 anos e 5 meses e multa de R$ 20 mil
Rafael Ângulo Lopez Braço Direito Youssef Condenado[21] Condenação por lavagem de dinheiro a 6 anos e 8 meses de reclusão, substituída por regime aberto diferenciado
Renê Luiz Pereira
Youssef Condenado[1] Condenação por tráfico de drogas a 14 anos em regime fechado
Rinaldo Gonçalves de Carvalho
Youssef Condenado[1] Condenação por corrupção passiva a 2 anos e 8 meses de reclusão
Augusto Ribeiro de Mendonça Neto Executivo Toyo Setal Condenado[2] Condenação por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e associação criminosa a 16 anos e 8 meses de reclusão
Dario Teixeira Alves Júnior Laranja Empresa fantoche Condenado[2] Condenação por lavagem de dinheiro a 9 anos e 10 meses.
Mario Frederico Mendonça Góes Lobista Odebrecht Condenado[2] Condenação por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e associação criminosa a 18 anos e 4 meses (reduzida a prisão domiciliar até agosto de 2016 e mais 2 anos de semiaberto devido à delação premiada)
Sônia Mariza Branco Operadora do esquema
Condenada[43] Condenação por lavagem de dinheiro e associação criminosa a 9 anos e 10 meses de reclusão
Leon Denis Vargas Ilário Irmão André Vargas Condenado[44][45] Condenação por lavagem de dinheiro a 11 anos e 4 meses de reclusão e multa de 2 salários mínimos por 160 dias (mais de R$ 252 mil)
Ricardo Hoffmann Operador ligado a André Vargas Borghi Lowe Condenado[44][45] Condenação a 12 anos e 10 meses e multa de 5 salários mínimos por 230 dias (mais de R$ 906 mil)
Murilo Tena Barros
Youssef Absolvido[1] Absolvição das acusações
Sérgio Cabral ex-Governador PMDB-RJ Detido pela PF[46] A aguardar julgamento